trabalhos

co(r)pinhas

(2019) Galeria Mama Cadela, Belo Horizonte (BR)

dois copos plásticos de café, uma vasilha de metal redonda, imãs, luz de bicicleta, pequeno ventilador, pedras, piezo elétrico, som amplificado.

o plástico residual que habita a banalidade dos dias aqui se eleva à matéria prima, fazendo dançar sobre os nossos sentidos, a primazia do descarte.
eles dançam aleatoriamente, mas sob circunstâncias limítrofes: a circularidade de imãs, de pedras e da vasilha de cozinha são símbolos-chave de uma pequena ilha. esta ilha é a nossa imaginação e é também a forma como o tempo é compreendido nas culturas não hegemônicas.
É preciso cavar para encontrar os sons que existem ali no atrito entre o plástico e o metal. eles podem nos transportar para muitas paisagens.

sound/visual arts

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